Ministério
Prezado irmão,
É surpreendente notarmos que o ministério que é praticado nas chamadas "igrejas" da Cristandade não tem a mínima semelhança com o que encontramos na Palavra de Deus. Procure o mais que puder, desde os tempos quando a Igreja de Deus foi constituída, até à conclusão do registro inspirado (as Escrituras), e você não encontrará um traço sequer de haver existido a prática do ministério por um único homem. São mencionados apóstolos, anciãos (ou bispos), diáconos, pastores e doutores (ou mestres), e evangelistas; mas não existe qualquer indicação de algo parecido com os ministros e pregadores de nossos dias. Pois todas as denominações da Cristandade - salvo uma ou duas exceções pouco significativas - concordam em sua opinião quanto ao que é o ministério. Nas denominações, como regra geral, um homem é escolhido para cuidar ou tomar o encargo de uma "igreja" ou congregação, e dele se espera que ensine, pregue o evangelho e seja um pastor. Em poucas palavras, espera-se que nele estejam unidos os ofícios de um ancião, e os dons de um pastor e mestre, e também de um evangelista. Desta forma, é comum ocorrer que somente um homem tenha o completo e contínuo cuidado da mesma congregação por vinte, trinta ou quarenta anos; e não pode ser negado que os cristãos professos gostam que seja assim.
É surpreendente notarmos que o ministério que é praticado nas chamadas "igrejas" da Cristandade não tem a mínima semelhança com o que encontramos na Palavra de Deus. Procure o mais que puder, desde os tempos quando a Igreja de Deus foi constituída, até à conclusão do registro inspirado (as Escrituras), e você não encontrará um traço sequer de haver existido a prática do ministério por um único homem. São mencionados apóstolos, anciãos (ou bispos), diáconos, pastores e doutores (ou mestres), e evangelistas; mas não existe qualquer indicação de algo parecido com os ministros e pregadores de nossos dias. Pois todas as denominações da Cristandade - salvo uma ou duas exceções pouco significativas - concordam em sua opinião quanto ao que é o ministério. Nas denominações, como regra geral, um homem é escolhido para cuidar ou tomar o encargo de uma "igreja" ou congregação, e dele se espera que ensine, pregue o evangelho e seja um pastor. Em poucas palavras, espera-se que nele estejam unidos os ofícios de um ancião, e os dons de um pastor e mestre, e também de um evangelista. Desta forma, é comum ocorrer que somente um homem tenha o completo e contínuo cuidado da mesma congregação por vinte, trinta ou quarenta anos; e não pode ser negado que os cristãos professos gostam que seja assim.
